EL ENIGMA DE LA LUZ

EL ENIGMA DE LA LUZ

 

“¡Oh!, ¡Quien tuviera una musa de fuego para escalar el cielo más resplandeciente de la invención!”

Con esta oración comienza Shakespeare su drama Enrique V. Y es la que en silencio o no, pronuncia el alma de quien quiere desvelar misterios. Misterios que esperan el rayo de luz, de inteligencia, que penetrándolos los torne fértiles para la conciencia.

Misterios como el de la misma luz, cuyos rayos se adentran en el misterio como naves bogando en un mar infinito (así lo figuraban los egipcios cuando mencionaban la nave de Ra y el fuego oculto de Amón). :: Ler Mais »

EL COLOR COMO LENGUAJE DE LA NATURALEZA

 

EL COLOR COMO LENGUAJE DE LA NATURALEZA

 

“El color es el hilo de Ariadna que nos guía por el laberinto de las antiguas religiones”

 

Frederic du Portal[1]

 

En la literatura de todos los tiempos y en el arte medieval -por ejemplo en Notre Dame de París- se ha representado a la Naturaleza como un libro, abierto o cerrado según nuestra capacidad de interpretar su lenguaje. Un lenguaje que para la razón es pura matemática, como diría Galileo Galilei y que para la sensibilidad es un lenguaje donde prima el color. :: Ler Mais »

Renascimento e Barroco

Renascimento e Barroco na Pintura Europeia Fragmentos de uma Galeria Pessoal

 

Paulo Ferreira da Cunha
Prof. Catedrático da Univ. do Porto

 

Introdução

A Pintura Europeia, enquanto pintura do continente europeu, existe, certamente, desde que homens como os de Foz do Côa, Altamira, Lascaux… marcaram com objecto riscador em suporte idóneo traços da memória de si e das suas angústias.

Desde essa Pré-História esteticamente tão próxima de nós, muito caminho se percorreu. A Antiguidade, salvo excepções, pelo seu carácter cívico que sempre prefere o monumental, preteriu a pintura em favor da escultura e da escultura arquitectonicamente integrada. A  Idade Média deslocou a pintura do mundo fenoménico para o mundo da fé. Há aí também uma Pintura Europeia, e em certos casos com clara homogeneidade continental, mas não se encontrará plena enquanto reflexo do espírito europeu. E em todos os casos referidos, a Pintura é ancilar e, independentemente da sua qualidade, não é considerada no imaginário comum muito acima das artes mecânicas.

Vai ser com o Renascimento, com os Renascimentos, e a Modernidade que a Pintura se assume como Arte com dignidade autónoma, e se dá conta da sua componente técnico-científica, e reflexivo-especulativa, como “cosa mentale”. Essa dimensão confere-lhe a maioridade enquanto expressão artística por excelência da eterna e intrínseca inquietação e indagação europeias. :: Ler Mais »

Escultura Egípcia

 

 

A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte , tinha como sentido principal o campo do sagrado e religioso.

A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado, isso talvez pudesse justificar o excerbado naturalismo alcançado pelos escultores egípcios, principalmente no império antigo. :: Ler Mais »

A Filosofia da Arte

 

Uma das situações mais confusas que enfrenta a filosofia académica actual é a da finalidade da Filosofia da Arte. Quer dizer: ante uma obra artística, como um poema, uma escultura ou uma catedral, uma dança ou uma interpretação musical, qual será a missão da filosofia. É o mesmo que interrogar-se sobre como deve o pensamento enfrentar as questões acerca da beleza. Do pensamento são os limites, as formas, as classificações, as comparações. Da beleza é a vivência, o inapreensível, o espírito subtil que escapa a todas as definições. :: Ler Mais »

A Arte e os artistas

 A Arte e os artistas srá dedicado aos colegas artistas/ pintores/as que eu admiro a obra  e a pessoa, começo com a Felippa Lobato , gosto da sua pintura que me faz entrar noutra dimensão e admiro a Felippa como pessoa ., como ser humano  , para quem queira ver sua obra visite 

www.art-for-all.com

 

FELIPPA LOBATO nasceu em Lisboa.

Foi a oitava numa família de dez irmãos e nasceu em Agosto de l960, em Lisboa. A cor exerceu sempre uma profunda magia sobre Felippa Lobato. Desde criança que desenha e pinta e que os seus trabalhos eram escolhidos para exposições nas escolas que frequentou. Era já o prenúncio da carreira da pintora que, aos dezasseis anos, pinta as primeiras telas e começa a tomar consciência de que o seu caminho terá de passar por um diálogo com o mundo exterior através de uma linguagem universal - a pintura.

A artista começou a expor individualmente aos vinte e quatro anos na Galeria de S. Mamede, em Lisboa e realizou até hoje cerca de trinta exposições individuais.

Em associação com o PROJECTO Art for All desde 1998, realizou em Londres em 2000 a grande exposição individual “O FUTURO É ANTIGO”. A sua obra encontra-se representada em museus e colecções públicas e privadas, nomeadamente, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Museu da Presidência da República em Belém, Museu Municipal Dr. Santos Rocha, Museu da Água da Epal, Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, Caixa Geral de Depósitos, Banco Mello, Sociedade Financeira Portuguesa, Millennium B.C.P., Câmara Municipal de Évora, Câmara Municipal de Oeiras, Universidade de Évora, TRANSGÁS, RTP, TVI, Fundação Convento da Orada, PROJECTO Art for All e em colecções privadas em Portugal, Reino Unido, Brasil, Espanha, Austrália e Alemanha.

 

 

Artes e Epilepsia

Norberto Garcia-Cairasco

Um par de anos atrás quando escrevemos um artigo sobre o cérebro e as artes visuais (Garcia-Cairasco, 2000), percebemos o quanto este tema é intrigante, empolgante e ao mesmo tempo difícil de ser abordado. Apresentávamos na ocasião a perspectiva dos artistas plásticos que, ao longo dos séculos, modelaram o cérebro e as suas funções com enorme criatividade. Comentávamos como nesta caminhada estético-científica o homem não evitou que tendenciosidades e influência de dogmas do momento e das ignorâncias a ela associadas, repercutissem sobre esses modelos. Vários momentos dessa história das Neurociências foram brilhantemente discutidas, entre outras obras, no livro The Enchanted Loom: Chapters in the History of Neuroscience (De Corsi, 1989). :: Ler Mais »

Leonardo da Vinci - O Grande Génio do Renscimento

Leonardo da Vinci - O Grande Génio do Renscimento

Leonardo é um dos génios mais extraordinários de que a Humanidade se pode glorificar, um dos exemplos mais espantosos da cultura universal e um homem de infinita curiosidade, radicalmente interessado em todos os campos do saber e do conhecimento.

Pela diversificação de áreas de interesse e pela genialidade revelada, Leonardo transcende, em muito, os limites do seu tempo.

Possuía quase dons a mais, incluindo um físico magnífico, uma beleza masculina superlativa, uma voz excelente para o canto, uma ousadia científica, uma excelência matemática, enfim, uma superabundância de talentos. Foi pintor, escultor, arquitecto, engenheiro, anatomista, músico e naturalista. :: Ler Mais »

Pensamentos com sabedoria

Mais um livro que leio e releio que está sempre comigo, é um consolo para a minha alma

 

O Despertar do Homem Interior em pleno século XXI de Jorge Angel Livraga Ediçoes Nova-Acrópole

” Acreditamos que toda a pessoa é inatamente filósofa, que todos somos filósofos. Acreditamos que não existe uma universidade que possa fazer filósofos. Esta pode reconhecer, mediante um título, uma série de conhecimentos técnicos, mas não há universidade que faça filósofos, portas ou músicos, Ohomem leva dentro de si essa inquietude. O philo-sophos, que quer dizer, o apaixonado da sabedoria e da profundidade das coisas, está em todos nós. Simplesmente é questão- como diria Sócrates- de nos reencontrarmos com nós próprios, para nos reconhcermos, para nos vermos no espelho encantado desse rosto interior, o nosso profundo rosto( )

Nós temos a capacidade de poder contactar com esse mundo invisível que nos rodeia, mas necessitamos de desenvolver as nossas potências interiores de esperança. Por outras palavras , necessitamos desenvolver o nosso mundo espiritual . Um mundo que não se quebra com as mãos, um mundo que não se pode comprar com dinheiro, um mundo que não responde ás ameaças, um mundo que está mais além de todas as circunstâncias da vida. E todos nos nesessitamos participar nesse mundo mesmo que o tenhamos esquecido”

                             Joege Angel Livraga

A VÉNUS DE TAN TAN E DE BEREKHAT RAM: QUANDO NASCEU A ARTE SIMBÓLICA

A VÉNUS DE TAN TAN E DE BEREKHAT RAM: QUANDO NASCEU A ARTE SIMBÓLICA
Quando nasceu o pensamento simbólico? Nós sabemos, sem dúvida, que uma das características do ser humano, que não é somente racional – a capacidade de estruturar de uma maneira abstracta as sensações através da imagem mental das ideias – senão que é também naturalmente simbólico. Que significa isto? O que pode criar símbolos, de comunicar com o invisível ou com a percepção que tem do invisível através dos símbolos. O homem não é, portanto só homo sapiens, mas também homo simbólicus. A faculdade de simbolizar está muito ligada à imaginação e à intuição. À imaginação, porque como esta, é a faculdade de criar imagens, de estender pontes até ao desconhecido, para estabelecer relações entre o invisível e o intangível e as imagens que percebemos através dos sentidos. Por exemplo, quando dizemos que a verdade é duradoura e a mentira frágil e com os pés de barro; quando expressamos que o amor é doce; ou simplesmente, quando vinculamos a nossa alma a “aquilo que está dentro”. Tudo é metáfora e, consequentemente, uma expressão em símbolos do que não nos é expressável nem transmissível. A capacidade de simbolizar também está muito unida à intuição, que é um modo de conhecimento directo, sem processo discursivo. A intuição ou a visão da alma, permite a percepção das verdades sem discurso racional e, consequentemente, sem deformação. A faculdade para simbolizar necessita da intuição porque para expressar em imagens uma ideia, imagens não arbitrárias, mas em consonância de facto com esta ideia, é preciso primeiro que a alma perceba essa ideia por meio da intuição, é preciso que, para a alma, seja evidente esta verdade; e isto não é possível sem intuição, que, como dissemos, é o olho da alma. A faculdade de simbolizar é precedente à de criar mitos, faculdade que quando conecta mito e logos, é quase divina. É assim que Fernando Pessoa dizia que “Desejo ser um criador de mitos, que é o mistério mais alto que pode obrar alguém da humanidade.” :: Ler Mais »