MULHER TERRA MÃE

20 Anos de Pintura de LENA GAL 

P R E F Á C I O 

Percorrer com os olhos de dentro a fascinante obra de Lena Gal constitui um mergulho nesse rio inesgotável de mistérios que a mulher e o seu ancestral legado representam.

Até  mesmo pelo percurso pessoal, a artista encarna em si as múltiplas faces de um feminino submetido pelas perversões culturais que a era patriarcal criou e que só poderão ser alteradas verdadeiramente por um trabalho de fundo de identificação das crenças escondidas no escuro do inconsciente. Diria que é esse o movimento ascendente evolutivo a que assistimos na obra de Gal. :: Ler Mais »

EL ENIGMA DE LA LUZ

EL ENIGMA DE LA LUZ

 

“¡Oh!, ¡Quien tuviera una musa de fuego para escalar el cielo más resplandeciente de la invención!”

Con esta oración comienza Shakespeare su drama Enrique V. Y es la que en silencio o no, pronuncia el alma de quien quiere desvelar misterios. Misterios que esperan el rayo de luz, de inteligencia, que penetrándolos los torne fértiles para la conciencia.

Misterios como el de la misma luz, cuyos rayos se adentran en el misterio como naves bogando en un mar infinito (así lo figuraban los egipcios cuando mencionaban la nave de Ra y el fuego oculto de Amón). :: Ler Mais »

EL COLOR COMO LENGUAJE DE LA NATURALEZA

 

EL COLOR COMO LENGUAJE DE LA NATURALEZA

 

“El color es el hilo de Ariadna que nos guía por el laberinto de las antiguas religiones”

 

Frederic du Portal[1]

 

En la literatura de todos los tiempos y en el arte medieval -por ejemplo en Notre Dame de París- se ha representado a la Naturaleza como un libro, abierto o cerrado según nuestra capacidad de interpretar su lenguaje. Un lenguaje que para la razón es pura matemática, como diría Galileo Galilei y que para la sensibilidad es un lenguaje donde prima el color. :: Ler Mais »

Renascimento e Barroco

Renascimento e Barroco na Pintura Europeia Fragmentos de uma Galeria Pessoal

 

Paulo Ferreira da Cunha
Prof. Catedrático da Univ. do Porto

 

Introdução

A Pintura Europeia, enquanto pintura do continente europeu, existe, certamente, desde que homens como os de Foz do Côa, Altamira, Lascaux… marcaram com objecto riscador em suporte idóneo traços da memória de si e das suas angústias.

Desde essa Pré-História esteticamente tão próxima de nós, muito caminho se percorreu. A Antiguidade, salvo excepções, pelo seu carácter cívico que sempre prefere o monumental, preteriu a pintura em favor da escultura e da escultura arquitectonicamente integrada. A  Idade Média deslocou a pintura do mundo fenoménico para o mundo da fé. Há aí também uma Pintura Europeia, e em certos casos com clara homogeneidade continental, mas não se encontrará plena enquanto reflexo do espírito europeu. E em todos os casos referidos, a Pintura é ancilar e, independentemente da sua qualidade, não é considerada no imaginário comum muito acima das artes mecânicas.

Vai ser com o Renascimento, com os Renascimentos, e a Modernidade que a Pintura se assume como Arte com dignidade autónoma, e se dá conta da sua componente técnico-científica, e reflexivo-especulativa, como “cosa mentale”. Essa dimensão confere-lhe a maioridade enquanto expressão artística por excelência da eterna e intrínseca inquietação e indagação europeias. :: Ler Mais »

Escultura Egípcia

 

 

A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte , tinha como sentido principal o campo do sagrado e religioso.

A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado, isso talvez pudesse justificar o excerbado naturalismo alcançado pelos escultores egípcios, principalmente no império antigo. :: Ler Mais »

A Filosofia da Arte

 

Uma das situações mais confusas que enfrenta a filosofia académica actual é a da finalidade da Filosofia da Arte. Quer dizer: ante uma obra artística, como um poema, uma escultura ou uma catedral, uma dança ou uma interpretação musical, qual será a missão da filosofia. É o mesmo que interrogar-se sobre como deve o pensamento enfrentar as questões acerca da beleza. Do pensamento são os limites, as formas, as classificações, as comparações. Da beleza é a vivência, o inapreensível, o espírito subtil que escapa a todas as definições. :: Ler Mais »

A Arte e os artistas

 A Arte e os artistas srá dedicado aos colegas artistas/ pintores/as que eu admiro a obra  e a pessoa, começo com a Felippa Lobato , gosto da sua pintura que me faz entrar noutra dimensão e admiro a Felippa como pessoa ., como ser humano  , para quem queira ver sua obra visite 

www.art-for-all.com

 

FELIPPA LOBATO nasceu em Lisboa.

Foi a oitava numa família de dez irmãos e nasceu em Agosto de l960, em Lisboa. A cor exerceu sempre uma profunda magia sobre Felippa Lobato. Desde criança que desenha e pinta e que os seus trabalhos eram escolhidos para exposições nas escolas que frequentou. Era já o prenúncio da carreira da pintora que, aos dezasseis anos, pinta as primeiras telas e começa a tomar consciência de que o seu caminho terá de passar por um diálogo com o mundo exterior através de uma linguagem universal - a pintura.

A artista começou a expor individualmente aos vinte e quatro anos na Galeria de S. Mamede, em Lisboa e realizou até hoje cerca de trinta exposições individuais.

Em associação com o PROJECTO Art for All desde 1998, realizou em Londres em 2000 a grande exposição individual “O FUTURO É ANTIGO”. A sua obra encontra-se representada em museus e colecções públicas e privadas, nomeadamente, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Museu da Presidência da República em Belém, Museu Municipal Dr. Santos Rocha, Museu da Água da Epal, Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, Caixa Geral de Depósitos, Banco Mello, Sociedade Financeira Portuguesa, Millennium B.C.P., Câmara Municipal de Évora, Câmara Municipal de Oeiras, Universidade de Évora, TRANSGÁS, RTP, TVI, Fundação Convento da Orada, PROJECTO Art for All e em colecções privadas em Portugal, Reino Unido, Brasil, Espanha, Austrália e Alemanha.

 

 

Artes e Epilepsia

Norberto Garcia-Cairasco

Um par de anos atrás quando escrevemos um artigo sobre o cérebro e as artes visuais (Garcia-Cairasco, 2000), percebemos o quanto este tema é intrigante, empolgante e ao mesmo tempo difícil de ser abordado. Apresentávamos na ocasião a perspectiva dos artistas plásticos que, ao longo dos séculos, modelaram o cérebro e as suas funções com enorme criatividade. Comentávamos como nesta caminhada estético-científica o homem não evitou que tendenciosidades e influência de dogmas do momento e das ignorâncias a ela associadas, repercutissem sobre esses modelos. Vários momentos dessa história das Neurociências foram brilhantemente discutidas, entre outras obras, no livro The Enchanted Loom: Chapters in the History of Neuroscience (De Corsi, 1989). :: Ler Mais »

Leonardo da Vinci - O Grande Génio do Renscimento

Leonardo da Vinci - O Grande Génio do Renscimento

Leonardo é um dos génios mais extraordinários de que a Humanidade se pode glorificar, um dos exemplos mais espantosos da cultura universal e um homem de infinita curiosidade, radicalmente interessado em todos os campos do saber e do conhecimento.

Pela diversificação de áreas de interesse e pela genialidade revelada, Leonardo transcende, em muito, os limites do seu tempo.

Possuía quase dons a mais, incluindo um físico magnífico, uma beleza masculina superlativa, uma voz excelente para o canto, uma ousadia científica, uma excelência matemática, enfim, uma superabundância de talentos. Foi pintor, escultor, arquitecto, engenheiro, anatomista, músico e naturalista. :: Ler Mais »

Pensamentos com sabedoria

Mais um livro que leio e releio que está sempre comigo, é um consolo para a minha alma

 

O Despertar do Homem Interior em pleno século XXI de Jorge Angel Livraga Ediçoes Nova-Acrópole

” Acreditamos que toda a pessoa é inatamente filósofa, que todos somos filósofos. Acreditamos que não existe uma universidade que possa fazer filósofos. Esta pode reconhecer, mediante um título, uma série de conhecimentos técnicos, mas não há universidade que faça filósofos, portas ou músicos, Ohomem leva dentro de si essa inquietude. O philo-sophos, que quer dizer, o apaixonado da sabedoria e da profundidade das coisas, está em todos nós. Simplesmente é questão- como diria Sócrates- de nos reencontrarmos com nós próprios, para nos reconhcermos, para nos vermos no espelho encantado desse rosto interior, o nosso profundo rosto( )

Nós temos a capacidade de poder contactar com esse mundo invisível que nos rodeia, mas necessitamos de desenvolver as nossas potências interiores de esperança. Por outras palavras , necessitamos desenvolver o nosso mundo espiritual . Um mundo que não se quebra com as mãos, um mundo que não se pode comprar com dinheiro, um mundo que não responde ás ameaças, um mundo que está mais além de todas as circunstâncias da vida. E todos nos nesessitamos participar nesse mundo mesmo que o tenhamos esquecido”

                             Joege Angel Livraga